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Vetores da Inutilidade

Poesia, Atualidade, Crítica, Opinião, Artes e Cultura. Um blog por João M. Pereirinha

Vetores da Inutilidade

Poesia, Atualidade, Crítica, Opinião, Artes e Cultura. Um blog por João M. Pereirinha

Viva!

 

 

 

 

Quando é que a bebé
deixa de ser?
Amigos são
aqueles que não,
bebé, tem que crescer!

 

 

 

Mais cedo,
ou mais tarde
terá que mexer o dedo,
tocar na ferida
que a todos arde
e então aí querida:
O mundo vai crescer,
as pessoas minguar
e a menina aprender
o que tem p’ra valorizar…

 

 

 

29.10.2007

 

João Pereirinha

Engano

 

 

É preciso parar e pensar,
ter calma,

 

Idealizar
e reflectir. Esvaziar
por completo a alma
não desanimar
olhar em frente
reanimar a mente,
seguir devagar
ter coragem para lutar!

 

 

 

Ninguém sairá vencedor,
impossível enganar o destino.
Por mais desatino
que se faça, a dor
essa nunca morrerá,
Fica sempre por Cá,
atormenta e chateia
quem se quer esconder
e quando Fores ver
não Consegues sair da teia!

 

 

 

25.10.2007

 

João Pereirinha

 



Assim, basta!?

  

 

De verdade bebé
que me parte o coração
ter-te não te tendo
sempre aqui ao pé,
fingindo, sendo
eternamente parte da Solidão.

 

 

 

Podia a querida
parar o sofrimento
sarando a ferida
ao parar o Fingimento!

 

 

 

Porque não
dar-nos então
esta Oportunidade?
Vamos lá, de verdade
viver, vivendo a Realidade!

 

 

 

Bebé, você ainda me deseja
e sei que quer, sinceramente
viver, vivendo o Antigamente…
Basta que a menina seja
o que Quer verdadeiramente.

 

24.10.2007
João Pereirinha

Inspiração

Vens assim inesperadamente

 

quando de ti mais preciso

 

entras, invades-me a mente,

 

pura e simplesmente

 

Eu crio, escrevo, realizo!

 

João Pereirinha